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No momento a Tapí descansa :)

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Cardápio

Tapí Al Mare

salmão defumado, cream cheese e cebola roxa marinada na goma rosa

Tapí Parrí

queijo brie, mel trufado e amêndoas torradas

Tapí Pizza

queijo mussarela, tomate e manjericão

Tapí Baião

carne seca, creme de baroa e pimenta biquinho

Tapí De Leche

doce de leite, flor de sal e limão

Tapí Amor

Nutella com morango

Mais Sabores

Tapí Deusa

camarão, catupiry e alho poró

Tapí Tropicana

queijo coalho, melaço de cana, hortelã

Tapí Sicília

Queijo de cabra e caponata de berinjela

Tapí Frida

cogumelos com guacamole

Tapí Loucura

Brigadeiro belga trufado e nozes

Tapí Cotinha

doce de abóbora e calda de gengibre

A Tapí produz a sua própria goma! O que isso significa, além de mais qualidade? Descubra como nascem as tapiocas. Não viemos das cegonhas.

sem mandioca, sem goma. passo um: dança da chuva pra colheita farta da nossa matéria-mãe.


após a raspagem, a mandioca vai sem casca encarar a trituração. e o que sobra é levado ao nocaute: força bruta para espremer e coar.


aqui nosso caminho se bifurca. a pasta acima da peneira vira (a) farinha de mandioca, entre outras iguarias; já o líquido que escorre dá origem a (b) nossa goma.


a água branquinha da mandioca passa pelo processo de desidratação e faz nascer a fécula de mandioca.

seta_down Aí que a Tapí entra


nossas mãos enchem a fécula de paparicos. Ela é hidratada com gradativos goles de água e recebe pitadas de sal. É a hora de misturar, sentir, ir com sensibilidade.


tapioca para colorir. as gomas ganham cor também nessa etapa. o suco de beterraba ou o café entram no lugar da água.


chegamos no nosso batalhado ponto. para encerrar, passe os torrões em uma grande peneira de aço e chuvisque numa vasilha para ter uma goma bem fininha.

voilà!

nossa goma fresca como flocos de neve está pronta.

Quer a goma da Tapí na sua casa? Querer é poder! Manda um email pra gente:

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Descubra nossas raízes. Conheça a lenda da mandioca

Quando Maní nasceu, a aldeia parou. Índia branquinha entre os Tupis? Vira acontecimento. E a novidade ainda era um encanto. Maravilhou toda a tribo.

No flutuar de sua rede, certa manhã de tristeza, porém, Maní não acordou a mesma. Adoeceu. Breve como uma brisa, finou-se nossa indiazinha. Dor que devasta quem fica.

Só restava tê-la por perto na lembrança e aquietar o sofrimento: o corpo foi enterrado dentro da própria oca. Pedido da mãe que, diariamente, derramou lágrimas de saudades em sua cova. Maní foi regada de amor. E dele brotou uma desconhecida planta.

Na terra, raízes morenas se alastraram. E debaixo do pé, uma casca marrom, que escondia uma polpa branquinha, da cor de Maní. O que viria a ser a mandioca, base da alimentação de toda a tribo. Logo batizaram de Maní-Oca. Corpo ou casa de Maní.